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    24/12/2019 -

    Imersão é a chave do aprendizado no mundo corporativo

    Por Leonardo Bastos

    Leonardo Bastos é diretor comercial da Kennedy Viagens Corporativas

    “Gostaria de ver todos podendo atingir seus sonhos, e é isso que essa organização faz.” A frase do russo Sergey Brin, cofundador e ex-presidente do Google, assim como tantas outras, ditas por profissionais icônicos das maiores companhias do mundo, pode gerar efeitos distintos no público. Há quem as considere lacônicas, até pretensiosas. E também existem aqueles que as encarem como combustível de inspiração.
    Seja qual for o efeito individual causado por essas mensagens, a realidade é que é impossível ter uma compreensão mais aprofundada acerca do funcionamento de uma empresa sem, de fato, conhecê-la. E “conhecer”, aqui, significa ir além dos livros, documentários, pesquisas e até dos estudos de caso.
    É claro que qualquer busca de informação é válida e fundamental para o crescimento. No entanto, para compreender melhor o funcionamento de uma empresa, nada é mais enriquecedor que visitar, in loco, seus bastidores – respirar o mesmo ar que seus funcionários respiram, travar contato com a aplicação prática de conceitos teóricos como missão, visão e valores, visualizar as engrenagens que a mantém funcionando.
    A palavra-chave do aprendizado no mundo corporativo (e não apenas nele) é a imersão.
    A compreensão da importância da imersão logo fez com que empresas brasileiras criassem missões de empresários a centros de tecnologia de vários países. Esses pacotes contemplam passagem e hospedagem nos destinos selecionados, mas geralmente possuem um custo bastante elevado, o que inviabiliza a participação de parte significativa dos empreendedores e gestores do País.
    Inspirada nesse modelo de negócio, que tem em sua essência a proposta inovadora de proporcionar vivências e, por extensão, conhecimento, a Kennedy Viagens Corporativas resolveu fazer o processo inverso, elaborando um programa para executivos e gestores de outros estados conhecerem in loco os bastidores de algumas das principais empresas sediadas em São Paulo.
    O serviço abrange visitas às filiais brasileiras das mesmas empresas, mas por um preço até seis vezes menor – em média R$ 5 mil, enquanto as viagens internacionais chegam à casa dos R$ 30 mil.
    Com mais de uma década de atuação no segmento de viagens corporativas, a Kennedy resolveu diversificar e fazer um piloto do projeto em janeiro de 2019, levando empresários maranhenses a conhecer, em São Paulo, organizações como Google, IBM, iFood, Peixe Urbano, Empiricus e LinkedIn.
    O sucesso atingido com o piloto foi tão grande que, a partir de 2020, a empresa irá expandir o projeto para outras cidades com grande demanda de profissionais querendo ampliar seus horizontes, como Curitiba, Teresina, Florianópolis, Recife e Vitória.
    A Kennedy Viagens Corporativas inclusive já abriu as inscrições para a 5ª edição da Missão São Paulo, a ser realizada em 2020. Com vagas limitadas, o serviço contempla passagem aérea (saindo de Imperatriz/MA), translado para todos os locais de visitas, Meetup (pré-encontro para entrega de brindes, alinhamento da viagem e palestra de inovação) e Workshop de inovação na prática após a viagem. Serão três dias de imersão, incluindo visitas a centros de pesquisa, institutos acadêmicos, empresas e startups.
    Durante as visitas, os participantes serão acompanhados por um mentor do programa com experiência prática em inovação. Também haverá uma rodada de perguntas e respostas para elucidar tópicos importantes relacionados ao mundo dos negócios e modelos de gestão.
    Em um mundo com cada vez menos barreiras, encurtar a distância entre os novos empreendedores e as grandes empresas que os inspiram é uma excelente maneira de preparar os profissionais do futuro.
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